sábado, 28 de dezembro de 2013
Papa atinge 11 milhões de seguidores no Twitter
Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco atingiu os 11 milhões de seguidores na conta Twitter@Pontifex, em nove línguas.
Dos seguidores do Papa no Twitter, quase 4 milhões e meio são de língua espanhola, 3,4 milhões são de língua inglesa, 1,3 são italianos, cerca um milhão em língua portuguesa, em francês pouco mais de 200 mil, alemães 163 mil, poloneses 158 mil e a língua árabe tem cerca 100 mil.
O último Tweet escrito pelo Papa Francisco, nesta sexta-feira, foi “A alegria do Evangelho esteja sempre nos vossos corações, especialmente neste tempo de Natal.” (JE)
Pe. Lombardi faz um balanço de 2013: "Papa Francisco colocou com força a Igreja em movimento"
Cidade do Vaticano (RV) - A renúncia de Bento XVI, a eleição do Papa Francisco. 2013 foi um ano extraordinário para a vida na Igreja. Para fazer um balanço de todos estes acontecimentos, justamente a partir do gesto profético de Bento XVI, a Rádio Vaticano entrevistou seu Diretor e também da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi:
R: "Foi uma escolha que marcou este ano e continuará a marcar também as próximas épocas da Igreja. Eu penso, de fato, que terá suas consequências no que diz respeito aos próximos pontificados. É uma abertura de caminho, digamos, de uma possibilidade, que, como bem dizia Bento - justamente na sua motivação à renúncia - está ligada também aos tempos que nós estamos vivendo. Não tanto, então, a uma simples situação pessoal, mas sim à inserção nos tempos com a aceleração, o acúmulo dos problemas que são colocados. E isto foi percebido pelo Papa com grande lucidez e com grande humildade, justamente para dar a possibilidade de uma direção, que ele definiu como de renovado vigor à Igreja. Coisa que efetivamente aconteceu, e aconteceu de um modo impressionante e inesperado".
RV: O Papa Francisco tornou-se, em pouquíssimo tempo, uma figura familiar a nível mundial e, o que chama a atenção, não somente entre os cristãos. É possível fazer um balanço ou ao menos encontrar uma chave de leitura para estes seus primeiros nove meses de pontificado?
R: "Certamente, a resposta aos gestos e palavras do Papa Francisco no mundo de hoje é absolutamente impressionante. Eu penso que tenha respondido a uma espera profunda permanente de toda humanidade, que é aquela da necessidade, do desejo de amor da humanidade, do perdão, de uma relação sincera, da proximidade no confortar e no encorajamento. Portanto, algo que tocou os acordes mais profundos da sensibilidade e da personalidade humana em geral, porque isso realmente operou em todos os continentes, em todos os países, em todas as diferentes situações da vida dos homens e mulheres do nosso tempo. Eu acredito que a leitura mais simples seja também a mais verdadeira, isto é, ter concentrado o anúncio no amor de Deus, na sua misericórdia, na sua proximidade a todos, no desejo do bem e da salvação para todas as suas criaturas. É algo que foi entendido e foi também entendido pela eficiência dos gestos e das palavras simples como foram ditas. A abolição, então, das barreiras entre a pessoa do Papa e as pessoas que ele encontrou foi entendido com simplicidade e de forma direta por todos. Eu acredito que pode ser lida assim esta correspondência. O Papa responde, porque interpreta efetivamente o amor de Deus Pai por todas as suas criaturas".
RV: Desde os primeiros gestos e as primeiras palavras, o Papa Francisco suscitou expectativas imensas, no âmbito eclesial e não somente. O que se pode esperar para o próximo ano, também pensando nas importantes reuniões do Conselho dos Oito?
R: "Eu acredito que nós devemos esperar que este grande impulso de renovação, de eficiência do anúncio da mensagem essencial que o Papa Francisco operou, possa difundir-se na Igreja, porque por agora é algo que nós vemos em Roma, que é muito concentrado em volta de sua pessoa; mesmo que saibamos que em muitos países do mundo as pessoas voltaram a confessar-se, a participar das celebrações religiosas. Existe, portanto, um difundir-se como uma onda deste efeito de proximidade do amor de Deus por meio da Igreja. Isto, porém, é desenvolvido: deve tornar-se verdadeiramente um pouco o estilo com que a Igreja anuncia. E o Papa Francisco, num certo sentido, dá um exemplo, dá um modelo de relação pastoral, que posteriormente é difundido e que deve tornar-se habitual, um pouco em todas as partes da Igreja. Isto é o que devemos esperar. As fatídicas mudanças estruturais, as reformas de que tanto se fala servem enquanto ajudam isto, isto é, enquanto as estruturas, os instrumentos ou as organizações estão efetivamente a serviço do Espírito e do anúncio de Evangelho. Isto é o que o Papa Francisco entende como reforma: fazer com que os instrumentos e as estruturas tornem-se mais adaptadas à missão da Igreja; missão da Igreja de anúncio do Evangelho e do anúncio até as fronteiras deste mundo, às periferias de que ele tanto fala, na relação com os pobres, com as pessoas que têm mais necessidade da proximidade do amor do Senhor e do testemunho de Deus. Eis então, o que podemos esperar que o Conselho dos oito Cardeais ou outras consultas possam obter. No meu modo de ver, porém, deve ser absolutamente claro que é um aspecto secundário, um aspecto que vem depois e à serviço do "primum", que é o anúncio do Evangelho e a missão da Igreja. Isto está à caminho. O Papa deu início à diversas consultas, diversas comissões para tornar mais transparente, mais eficaz o testemunho das estruturas, mesmo no que diz respeito ao Vaticano, às suas estruturas administrativas. O problema verdadeiro, porém, é o da relação entre o Espírito e os seus instrumentos de expressão: as estruturas e as organizações".
RV: Francisco é o primeiro Papa jesuíta da história. O que representa para o senhor estar entre os seus mais estreitos colaboradores; o que lhe está dando pessoalmente o Santo Padre?
R: "Eu vejo uma sintonia muito profunda entre a espiritualidade do Papa e o seu modo de guiar a Igreja e a espiritualidade inaciana, isto, sobretudo no sentido de estar a caminho, no buscar e encontrar a cada dia a vontade de Deus, para servi-Lo melhor e para realizar aquilo que os jesuítas chamam como a sua maior glória, isto é, o mais profundo conhecimento do amor de Deus e traduzir na nossa vida esta profunda relação do amor entre Deus e o homem e entre os homens entre eles. Portanto, o Papa Francisco, efetivamente, colocou a Igreja a caminho, com grande força, e a colocou a caminho com o seu exemplo, o seu empenho e também com tantas mensagens e iniciativas. Pensemos ao novo Sínodo sobre a família; pensemos também ao encorajamento em renovar a Igreja e também em a vida concretamente. Assim, o fato de estar sempre a caminho, para procurar encontrar coisas novas, que Deus pede a nós na nossa situação, na nossa vida, é algo que caracteriza profundamente, me parece, a espiritualidade e o modo de governo do Papa Francisco. Entramos em uma situação em que a Igreja foi colocada em movimento. Não são apresentados objetivos precisos, imagens precisas de como deverá ser organizada a Igreja amanhã para chegar a este objetivo. Devemos nos colocar a caminho, devemos nos converter, devemos acolher as surpresas que Deus nos faz na nossa vida e entender para onde Ele nos está chamando, também por meio das situações e realidades em que nos encontramos. Portanto, o sentido da Igreja que entra em movimento, num caminho, que é peregrina, no cumprir sua missão, me parece que seja um dos aspectos espiritualmente mais característicos deste Pontificado".(JE)
R: "Foi uma escolha que marcou este ano e continuará a marcar também as próximas épocas da Igreja. Eu penso, de fato, que terá suas consequências no que diz respeito aos próximos pontificados. É uma abertura de caminho, digamos, de uma possibilidade, que, como bem dizia Bento - justamente na sua motivação à renúncia - está ligada também aos tempos que nós estamos vivendo. Não tanto, então, a uma simples situação pessoal, mas sim à inserção nos tempos com a aceleração, o acúmulo dos problemas que são colocados. E isto foi percebido pelo Papa com grande lucidez e com grande humildade, justamente para dar a possibilidade de uma direção, que ele definiu como de renovado vigor à Igreja. Coisa que efetivamente aconteceu, e aconteceu de um modo impressionante e inesperado".
RV: O Papa Francisco tornou-se, em pouquíssimo tempo, uma figura familiar a nível mundial e, o que chama a atenção, não somente entre os cristãos. É possível fazer um balanço ou ao menos encontrar uma chave de leitura para estes seus primeiros nove meses de pontificado?
R: "Certamente, a resposta aos gestos e palavras do Papa Francisco no mundo de hoje é absolutamente impressionante. Eu penso que tenha respondido a uma espera profunda permanente de toda humanidade, que é aquela da necessidade, do desejo de amor da humanidade, do perdão, de uma relação sincera, da proximidade no confortar e no encorajamento. Portanto, algo que tocou os acordes mais profundos da sensibilidade e da personalidade humana em geral, porque isso realmente operou em todos os continentes, em todos os países, em todas as diferentes situações da vida dos homens e mulheres do nosso tempo. Eu acredito que a leitura mais simples seja também a mais verdadeira, isto é, ter concentrado o anúncio no amor de Deus, na sua misericórdia, na sua proximidade a todos, no desejo do bem e da salvação para todas as suas criaturas. É algo que foi entendido e foi também entendido pela eficiência dos gestos e das palavras simples como foram ditas. A abolição, então, das barreiras entre a pessoa do Papa e as pessoas que ele encontrou foi entendido com simplicidade e de forma direta por todos. Eu acredito que pode ser lida assim esta correspondência. O Papa responde, porque interpreta efetivamente o amor de Deus Pai por todas as suas criaturas".
RV: Desde os primeiros gestos e as primeiras palavras, o Papa Francisco suscitou expectativas imensas, no âmbito eclesial e não somente. O que se pode esperar para o próximo ano, também pensando nas importantes reuniões do Conselho dos Oito?
R: "Eu acredito que nós devemos esperar que este grande impulso de renovação, de eficiência do anúncio da mensagem essencial que o Papa Francisco operou, possa difundir-se na Igreja, porque por agora é algo que nós vemos em Roma, que é muito concentrado em volta de sua pessoa; mesmo que saibamos que em muitos países do mundo as pessoas voltaram a confessar-se, a participar das celebrações religiosas. Existe, portanto, um difundir-se como uma onda deste efeito de proximidade do amor de Deus por meio da Igreja. Isto, porém, é desenvolvido: deve tornar-se verdadeiramente um pouco o estilo com que a Igreja anuncia. E o Papa Francisco, num certo sentido, dá um exemplo, dá um modelo de relação pastoral, que posteriormente é difundido e que deve tornar-se habitual, um pouco em todas as partes da Igreja. Isto é o que devemos esperar. As fatídicas mudanças estruturais, as reformas de que tanto se fala servem enquanto ajudam isto, isto é, enquanto as estruturas, os instrumentos ou as organizações estão efetivamente a serviço do Espírito e do anúncio de Evangelho. Isto é o que o Papa Francisco entende como reforma: fazer com que os instrumentos e as estruturas tornem-se mais adaptadas à missão da Igreja; missão da Igreja de anúncio do Evangelho e do anúncio até as fronteiras deste mundo, às periferias de que ele tanto fala, na relação com os pobres, com as pessoas que têm mais necessidade da proximidade do amor do Senhor e do testemunho de Deus. Eis então, o que podemos esperar que o Conselho dos oito Cardeais ou outras consultas possam obter. No meu modo de ver, porém, deve ser absolutamente claro que é um aspecto secundário, um aspecto que vem depois e à serviço do "primum", que é o anúncio do Evangelho e a missão da Igreja. Isto está à caminho. O Papa deu início à diversas consultas, diversas comissões para tornar mais transparente, mais eficaz o testemunho das estruturas, mesmo no que diz respeito ao Vaticano, às suas estruturas administrativas. O problema verdadeiro, porém, é o da relação entre o Espírito e os seus instrumentos de expressão: as estruturas e as organizações".
RV: Francisco é o primeiro Papa jesuíta da história. O que representa para o senhor estar entre os seus mais estreitos colaboradores; o que lhe está dando pessoalmente o Santo Padre?
R: "Eu vejo uma sintonia muito profunda entre a espiritualidade do Papa e o seu modo de guiar a Igreja e a espiritualidade inaciana, isto, sobretudo no sentido de estar a caminho, no buscar e encontrar a cada dia a vontade de Deus, para servi-Lo melhor e para realizar aquilo que os jesuítas chamam como a sua maior glória, isto é, o mais profundo conhecimento do amor de Deus e traduzir na nossa vida esta profunda relação do amor entre Deus e o homem e entre os homens entre eles. Portanto, o Papa Francisco, efetivamente, colocou a Igreja a caminho, com grande força, e a colocou a caminho com o seu exemplo, o seu empenho e também com tantas mensagens e iniciativas. Pensemos ao novo Sínodo sobre a família; pensemos também ao encorajamento em renovar a Igreja e também em a vida concretamente. Assim, o fato de estar sempre a caminho, para procurar encontrar coisas novas, que Deus pede a nós na nossa situação, na nossa vida, é algo que caracteriza profundamente, me parece, a espiritualidade e o modo de governo do Papa Francisco. Entramos em uma situação em que a Igreja foi colocada em movimento. Não são apresentados objetivos precisos, imagens precisas de como deverá ser organizada a Igreja amanhã para chegar a este objetivo. Devemos nos colocar a caminho, devemos nos converter, devemos acolher as surpresas que Deus nos faz na nossa vida e entender para onde Ele nos está chamando, também por meio das situações e realidades em que nos encontramos. Portanto, o sentido da Igreja que entra em movimento, num caminho, que é peregrina, no cumprir sua missão, me parece que seja um dos aspectos espiritualmente mais característicos deste Pontificado".(JE)
28 de janeiro
Cidade do Vaticano (RV) – “Toda formosa é Maria, nossa Mãe, por ser cheia de graça”. (Tuíte do Papa Francisco)
Novo nome das Intenções do Papa para o Apostolado da Oração
Cidade do Vaticano (RV) – “Intenção Universal e Intenção para a Evangelização”. Este é o novo nome dado pelo Apostolado da Oração às intenções do Papa, para cada mês do ano. Antes, tais intenções eram chamadas “Intenção Geral e intenção missionária”.
A “Intenção Universal” do Papa para o próximo mês de janeiro é “Autêntico desenvolvimento econômico: para que seja promovido um autêntico desenvolvimento econômico, respeitoso da dignidade de todas as pessoas e de todos os povos”.
A “Intenção para a Evangelização” de janeiro é: “A unidade querida por Cristo: para que os cristãos de diferentes confissões possam caminhar para a unidade querida por Cristo”. (MT)
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/12/28/novo_nome_das_inten%C3%A7%C3%B5es_do_papa_para_o_apostolado_da_ora%C3%A7%C3%A3o/bra-759413
do site da Rádio Vaticano
Assad agradece em mensagem ao papa sua postura contra agressões à Síria
EFE 28/12/2013
Damasco, 28 dez (EFE).- O presidente sírio, Bashar al Assad, agradeceu neste sábado o papa Francisco por sua "postura clara contra as agressões à Síria" e seu pedido para que rezem pelo país árabe.
Segundo a agência de notícias oficial síria "Sana" que divulgou o conteúdo da mensagem, o líder ressaltou que a crise na Síria será resolvida através de um diálogo nacional entre os sírios, sem ingerências estrangeiras.
Uma delegação do governo de Damasco transmitiu hoje as palavras de Al-Assad ao secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, e ao secretário vaticano para as Relações com os Estados, Dominique Mamberti, durante uma audiência.
O chefe de Estado sírio insistiu que o povo "é o único dono do direito constitucional para decidir o futuro e os dirigentes de seu país através das urnas".
Assad insistiu na disposição de seu Executivo de participar da conferência de paz de Genebra, prevista para 22 de janeiro, e ressaltou que a luta contra os terroristas, que têm como alvo os cidadãos, é um fator decisivo para que qualquer solução pacífica tenha sucesso.
E reiterou que, para triunfar nessa luta, é necessário que os países que respaldam o terrorismo, financiando-o ou proporcionando apoio logístico e treino, deixem de fazê-lo.
O presidente afirmou que seu governo tem interesse em cumprir com o dever constitucional de proteger os cidadãos, independentemente de raça ou religião, dos crimes que cometem os grupos "takfiri" (de ideologia islamita radical), que atacaram casas, escolas e templos com explosivos e bombardeios.
A agência de notícias "Sana" acrescentou que, durante a reunião, Parolin disse que o papa acompanha de maneira constante a situação na Síria e que está muito preocupado pelo sofrimento de seu povo.
A Santa Sé confirmou em comunicado a realização desse encontro entre os responsáveis do Vaticano e a delegação síria, que foi integrada pelo ministro de Estado, Youssef Sueid, assim como pelo vice-ministro para a Europa do Ministério das Relações Exteriores, Hussam Edin Asa, antigo embaixador do país na Santa Sé.
A entrega da mensagem chega depois de Francisco dedicar especial atenção ao conflito sírio em sua mensagem de natal, a primeira bênção "Urbi et Orbi" (À cidade e ao mundo) de seu pontificado, que começou o março passado.
"Sigamos rezando ao Senhor para que o amado povo sírio se veja livre de mais sofrimentos e as partes em conflito ponham fim à violência e garantam o acesso à ajuda humanitária", disse o pontífice argentino.
Em 7 de setembro o papa presidiu uma vigília de oração na praça de São Pedro do Vaticano para pedir a paz na Síria, em um dia de jejum convocado seis dias antes durante a reza do Ângelus para promover um exame de consciência sobre o compromisso de evitar os estragos da guerra.
Festa da Sagrada Família. Dom Paglia: "Destruir a família é destruir a própria sociedade"
Cidade do Vaticano (RV) – No Angelus deste domingo, por ocasião da Festa da Sagrada Família, o Papa Francisco fará uma oração especial pela família. Durante a oração mariana, está prevista também uma vídeo-transmissão que unirá a Praça São Pedro com os fiéis presentes na Basílica da Anunciação em Nazaré, na Casa de Loreto e na Basílica da Sagrada Família, em Barcelona. Sobre esta jornada, o Presidente do Pontifício Conselho para a Família falou aos microfones da Rádio Vaticano:
R: “É um dia desejado pelo Papa no dia da Festa da Família de Nazaré, que é celebrada contemporaneamente em Nazaré – onde Jesus viveu 30 anos -, em Loreto, a casa onde Jesus cresceu, e em Barcelona, onde aquele grande artista que era Gaudí criou o Santuário da Sagrada Família, que sem sombra de dúvida é uma das maravilhas do nosso tempo. E o Papa, ao meio-dia, se unirá aos três Santuários, no momento da recitação do Angelus, para uma oração em comum. Para mim, parece ser uma experiência particularmente significativa, pois se trata de salientar a determinação da família de Nazaré. Poderíamos dizer: ‘Jesus é o Filho de Deus, é o Criador mesmo, mas mesmo Ele, vindo à Terra, teve necessidade de uma família’. É óbvio que imediatamente nos vem em mente: ‘se foi assim com Ele, quanto mais nós’! E acredito que salientar hoje a dimensão central da família na vida dos indivíduos e da sociedade, além da Igreja, seja muito mais significativo”.
RV: Quais são os obstáculos que a família deve enfrentar hoje?
R: “Mas, eu diria que, antes de tudo, é reivindicada uma realidade majoritária, que é aquela da família “Pai-mãe-filhos”. Infelizmente, ninguém fala nisto; frequentemente são explorados, a política os esquece, a economia os explora, a cultura os golpeia, e todavia, é o recurso mais importante da nossa sociedade. Na realidade, é justamente o esquecimento da política, que se organiza sem pensar na família – motivo pelo qual, por exemplo, o casamento tornou-se uma decisão que se toma sempre mais na frente, ao longo dos anos. Se casa, quando as coisas estão organizadas, e assim o matrimônio torna-se um fim e não o início de um projeto a dois. Depois, a cultura está enfraquecendo todas ligações, assim, uma ligação “para sempre” corre o risco de tornar-se inconcebível. Mas enfraquecer a família quer dizer enfraquecer a sociedade. É sintomático que esteja crescendo na Europa, como número, as famílias ‘unipessoais’. O risco é que se transforme numa sociedade desfamiliarizada, é um risco terrível, porque no final das contas, se quer dizer que se está bem somente sozinhos. Mas isto é a morte da sociedade, eu diria, da própria antropologia”.
RV: Existem também tantos desafios a serem enfrentados pela Igreja em relação à família...
R: “Eu diria que a Igreja está dando – com o Papa Francisco, mas também com os precedentes, particularmente o Papa João Paulo II e o Papa Bento – orientações sobre como devemos nos colocar diante da família. De fato, o Papa convoca toda a Igreja a colocar no centro de suas preocupações a família. De fato, é verdade que hoje a família deixada sozinha é como estar à mercê de uma cultura que lhe é inimiga: eis porque é indispensável que, apesar da transformação da família, se deve dar conta que se ela é destruída, será destruída a própria sociedade. Não podemos deixar correr resignados uma cultura individualista que elimina o “nós”, aquele “nós” da família que é como um genoma que depois sustenta e solidifica as cidades, as nações, os povos até a família dos povos. Eis porque falar de família, hoje, não quer dizer falar de um aspecto: quer dizer falar de toda a sociedade. E se tem necessidade dela”. (JE)
R: “É um dia desejado pelo Papa no dia da Festa da Família de Nazaré, que é celebrada contemporaneamente em Nazaré – onde Jesus viveu 30 anos -, em Loreto, a casa onde Jesus cresceu, e em Barcelona, onde aquele grande artista que era Gaudí criou o Santuário da Sagrada Família, que sem sombra de dúvida é uma das maravilhas do nosso tempo. E o Papa, ao meio-dia, se unirá aos três Santuários, no momento da recitação do Angelus, para uma oração em comum. Para mim, parece ser uma experiência particularmente significativa, pois se trata de salientar a determinação da família de Nazaré. Poderíamos dizer: ‘Jesus é o Filho de Deus, é o Criador mesmo, mas mesmo Ele, vindo à Terra, teve necessidade de uma família’. É óbvio que imediatamente nos vem em mente: ‘se foi assim com Ele, quanto mais nós’! E acredito que salientar hoje a dimensão central da família na vida dos indivíduos e da sociedade, além da Igreja, seja muito mais significativo”.
RV: Quais são os obstáculos que a família deve enfrentar hoje?
R: “Mas, eu diria que, antes de tudo, é reivindicada uma realidade majoritária, que é aquela da família “Pai-mãe-filhos”. Infelizmente, ninguém fala nisto; frequentemente são explorados, a política os esquece, a economia os explora, a cultura os golpeia, e todavia, é o recurso mais importante da nossa sociedade. Na realidade, é justamente o esquecimento da política, que se organiza sem pensar na família – motivo pelo qual, por exemplo, o casamento tornou-se uma decisão que se toma sempre mais na frente, ao longo dos anos. Se casa, quando as coisas estão organizadas, e assim o matrimônio torna-se um fim e não o início de um projeto a dois. Depois, a cultura está enfraquecendo todas ligações, assim, uma ligação “para sempre” corre o risco de tornar-se inconcebível. Mas enfraquecer a família quer dizer enfraquecer a sociedade. É sintomático que esteja crescendo na Europa, como número, as famílias ‘unipessoais’. O risco é que se transforme numa sociedade desfamiliarizada, é um risco terrível, porque no final das contas, se quer dizer que se está bem somente sozinhos. Mas isto é a morte da sociedade, eu diria, da própria antropologia”.
RV: Existem também tantos desafios a serem enfrentados pela Igreja em relação à família...
R: “Eu diria que a Igreja está dando – com o Papa Francisco, mas também com os precedentes, particularmente o Papa João Paulo II e o Papa Bento – orientações sobre como devemos nos colocar diante da família. De fato, o Papa convoca toda a Igreja a colocar no centro de suas preocupações a família. De fato, é verdade que hoje a família deixada sozinha é como estar à mercê de uma cultura que lhe é inimiga: eis porque é indispensável que, apesar da transformação da família, se deve dar conta que se ela é destruída, será destruída a própria sociedade. Não podemos deixar correr resignados uma cultura individualista que elimina o “nós”, aquele “nós” da família que é como um genoma que depois sustenta e solidifica as cidades, as nações, os povos até a família dos povos. Eis porque falar de família, hoje, não quer dizer falar de um aspecto: quer dizer falar de toda a sociedade. E se tem necessidade dela”. (JE)
RESULTADOS SABADO 28/12
Campeonato Inglês
West Ham 3 x 3 West Brom
Aston Villa 1 x 1 Swansea
Hull 6 x 0 Fulham
Manchester City 1 x 0 Crystal Palace
Norwich 0 x 1 Manchester Utd
Cardiff 2 x 2 Sunderland
Campeonato Português 2ª Divisão
Aves 1 x 0 Oliveirense
Moreirense 0 x 0 Covilha
Braga B 1 x 0 Academico Viseu
Trofense 1x1FC Porto B
Amistosos ,no Pici,
Sub-19 do Fortaleza 2x2 Sindicato dos Atletas
Fortaleza 3 x 0 Trairiense
West Ham 3 x 3 West Brom
Aston Villa 1 x 1 Swansea
Hull 6 x 0 Fulham
Manchester City 1 x 0 Crystal Palace
Norwich 0 x 1 Manchester Utd
Cardiff 2 x 2 Sunderland
Campeonato Português 2ª Divisão
Aves 1 x 0 Oliveirense
Moreirense 0 x 0 Covilha
Braga B 1 x 0 Academico Viseu
Trofense 1x1FC Porto B
Amistosos ,no Pici,
Sub-19 do Fortaleza 2x2 Sindicato dos Atletas
Fortaleza 3 x 0 Trairiense
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Leitura (1 João 1,5-2,2)
Dia 28 de Dezembro - Sábado
SANTOS INOCENTES
Antífona da entrada: Os meninos inocentes foram mortos por causa do Cristo. Eles seguem o Cordeiro sem mancha e cantam: Glória a ti, Senhor!
Oração do dia
Ó Deus, hoje os santos Inocentes proclamam vossa glória não por palavras, mas pela própria morte; dai-nos também testemunhar com a nossa vida o que os nossos lábios professam. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Leitura (1 João 1,5-2,2)
Leitura da primeira carta de são João.
1 5 A nova que dele temos ouvido e vos anunciamos é esta: Deus é luz e nele não há treva alguma.
6 Se dizemos ter comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não seguimos a verdade.
7 Se, porém, andamos na luz como ele mesmo está na luz, temos comunhão recíproca uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.
8 Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós.
9 Se reconhecemos os nossos pecados, (Deus aí está) fiel e justo para nos perdoar os pecados e para nos purificar de toda iniqüidade.
10 Se pensamos não ter pecado, nós o declaramos mentiroso e a sua palavra não está em nós.
2 1 Filhinhos meus, isto vos escrevo para que não pequeis. Mas, se alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.
2 Ele é a expiação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.
Palavra do Senhor.
Salmo responsorial 123/124
Nossa alma, como um pássaro, escapou
do laço que lhe armara o caçador.
Se o Senhor não estivesse ao nosso lado
enquanto os homens investiram contra nós,
com certeza nos teriam devorado
no furor de sua ira contra nós.
Então as águas nos teriam submergido,
a correnteza nos teria arrastado
e, então, por sobre nós teriam passado
essas águas sempre mais impetuosas.
O laço arrebentou-se de repente,
e assim nós conseguimos libertar-nos.
O nosso auxílio está no nome do Senhor,
do Senhor que fez o céu e fez a terra!
Evangelho (Mateus 2,13-18)
Aleluia, aleluia, aleluia.
A vós, ó Deus, louvamos, a vós, Senhor, cantamos; vos louva o exército dos vossos santos mártires!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
2 13 Depois que os magos partiram, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse: "Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para o matar".
14 José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito.
15 Ali permaneceu até a morte de Herodes para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: "Eu chamei do Egito meu filho".
16 Vendo, então, Herodes que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou massacrar em Belém e nos seus arredores todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo exato que havia indagado dos magos.
17 Cumpriu-se, então, o que foi dito pelo profeta Jeremias:
18 "Em Ramá se ouviu uma voz, choro e grandes lamentos: é Raquel a chorar seus filhos; não quer consolação, porque já não existem!"
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
O MARTÍRIO DOS INOCENTES
A presença de Jesus na história humana despertou a fúria de quem estava firmemente alicerçado num esquema de pecado, posto em xeque pela salvação oferecida à humanidade. A pregação de Jesus desmascarava a injustiça, punha a nu a perversidade dos opressores, revelava a fragilidade de sistemas fundados na opressão e na violência.
A matança dos inocentes de Belém foi uma espécie de antecipação do futuro de Jesus e de seus discípulos. Um frágil recém-nascido foi suficiente para abalar a segurança do prepotente e violento Herodes. Sua decisão de eliminar as crianças da região onde nascera o Messias Jesus visava eliminar no seu nascedouro, tudo o que pudesse pôr em risco a segurança de seu reino. No coração do rei sangüinário não havia lugar para o amor.
Herodes, em última análise, ousou desafiar o próprio Deus, de quem Jesus era Filho e recebera uma missão. Levantar-se contra o Messias correspondia a rebelar-se contra quem o enviou. Mas Deus não se deixou vencer por Herodes: salvou seu Filho pela ação previdente de José, que se pôs em fuga para o Egito, com o menino e sua mãe.
Na vida de Jesus e de seus discípulos, a perseguição e a morte, por causa do Reino, seriam uma constante. Entretanto, como estão a serviço do Reino do Pai, podem contar com a vitória, uma vez que os prepotentes jamais prevalecerão.
Oração
Senhor Jesus, apesar das perseguições e da morte que deverei defrontar, ponho-me em tuas mãos e me consagro totalmente ao serviço do teu Reino.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês).
Sobre as oferendas
Recebei, ó Deus, nós vos pedimos, as oferendas do vosso povo e purificai os que celebram com piedade os vossos mistérios, pelos quais concedeis a salvação mesmo àqueles que não vos conhecem. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da comunhão: Os meninos de Belém foram resgatados dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro, e o acompanham por toda parte (Ap 14,4).
Depois da comunhão
Ó Deus, concedei vossa copiosa salvação aos que se alimentam à vossa mesa, neste dia em que a Igreja celebra os mártires Inocentes que, não chegando a balbuciar o nome do vosso filho, foram glorificados pela graça do seu nascimento.
Santo do Dia / Comemoração (SANTOS INOCENTES)
Somente a monstruosidade de uma mente assassina, cruel e desumana, poderia conceber o plano executado pelo sanguinário rei Herodes: eliminar todas os meninos nascidos no mesmo período do nascimento de Jesus para evitar que vivesse o rei dos judeus. Pois foi isso que esse tirano arquitetou e fez.
Impossível calcular o número de crianças arrancadas dos braços maternos e depois trucidadas. Todos esses pequeninos se tornaram os "santos inocentes", cultuados e venerados pelo Povo de Deus. Eles tiveram seu sangue derramado em nome de Cristo, sem nem mesmo poderem "confessar" sua crença.
Quem narrou para a história foi o apóstolo Mateus, em seu Evangelho. Os reis magos procuraram Herodes, perguntando onde poderiam encontrar o recém-nascido rei dos judeus para saudá-lo. O rei consultou, então, os sacerdotes e sábios do reino, obtendo a resposta de que ele teria nascido em Belém de Judá, Palestina.
Herodes, fingindo apoiar os magos em sua missão, pediu-lhes que, depois de encontrarem o "tal rei dos judeus", voltassem e lhe dessem notícias confirmando o fato e o local onde poderia ser encontrado, pois "também queria adorá-lo".
Claro que os reis do Oriente não traíram Jesus. Depois de visitá-lo na manjedoura, um anjo os visitou em sonho avisando que o Menino-Deus corria perigo de vida e que deveriam voltar para suas terras por outro caminho. O encontro com o rei Herodes devia ser evitado.
Eles ouviram e obedeceram. Mas o tirano, ao perceber que havia sido enganado, decretou a morte de todos os meninos com menos de dois anos de idade nascidos na região. O decreto foi executado à risca pelos soldados do seu exército.
A festa aos Santos Inocentes acontece desde o século IV. O culto foi confirmado pelo papa Pio V, agora santo, para marcar o cumprimento de uma das mais antigas profecias, revelada pelo profeta Jeremias: a de que "Raquel choraria a morte de seus filhos" quando o Messias chegasse.
Esses pequeninos inocentes de tenra idade, de alma pura, escreveram a primeira página do álbum de ouro dos mártires cristãos e mereceram a glória eterna, segundo a promessa de Jesus. A Igreja preferiu indicar a festa dos Santos Inocentes para o dia 28 de dezembro por ser uma data próxima à Natividade de Jesus, uma vez que tudo aconteceu após a visita dos reis magos. A escolha foi proposital, pois quis que os Santinhos Inocentes alegrassem, com sua presença, a manjedoura do Menino Jesus.
SANTOS INOCENTES
Antífona da entrada: Os meninos inocentes foram mortos por causa do Cristo. Eles seguem o Cordeiro sem mancha e cantam: Glória a ti, Senhor!
Oração do dia
Ó Deus, hoje os santos Inocentes proclamam vossa glória não por palavras, mas pela própria morte; dai-nos também testemunhar com a nossa vida o que os nossos lábios professam. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Leitura (1 João 1,5-2,2)
Leitura da primeira carta de são João.
1 5 A nova que dele temos ouvido e vos anunciamos é esta: Deus é luz e nele não há treva alguma.
6 Se dizemos ter comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não seguimos a verdade.
7 Se, porém, andamos na luz como ele mesmo está na luz, temos comunhão recíproca uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.
8 Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós.
9 Se reconhecemos os nossos pecados, (Deus aí está) fiel e justo para nos perdoar os pecados e para nos purificar de toda iniqüidade.
10 Se pensamos não ter pecado, nós o declaramos mentiroso e a sua palavra não está em nós.
2 1 Filhinhos meus, isto vos escrevo para que não pequeis. Mas, se alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.
2 Ele é a expiação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.
Palavra do Senhor.
Salmo responsorial 123/124
Nossa alma, como um pássaro, escapou
do laço que lhe armara o caçador.
Se o Senhor não estivesse ao nosso lado
enquanto os homens investiram contra nós,
com certeza nos teriam devorado
no furor de sua ira contra nós.
Então as águas nos teriam submergido,
a correnteza nos teria arrastado
e, então, por sobre nós teriam passado
essas águas sempre mais impetuosas.
O laço arrebentou-se de repente,
e assim nós conseguimos libertar-nos.
O nosso auxílio está no nome do Senhor,
do Senhor que fez o céu e fez a terra!
Evangelho (Mateus 2,13-18)
Aleluia, aleluia, aleluia.
A vós, ó Deus, louvamos, a vós, Senhor, cantamos; vos louva o exército dos vossos santos mártires!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
2 13 Depois que os magos partiram, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse: "Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para o matar".
14 José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito.
15 Ali permaneceu até a morte de Herodes para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: "Eu chamei do Egito meu filho".
16 Vendo, então, Herodes que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou massacrar em Belém e nos seus arredores todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo exato que havia indagado dos magos.
17 Cumpriu-se, então, o que foi dito pelo profeta Jeremias:
18 "Em Ramá se ouviu uma voz, choro e grandes lamentos: é Raquel a chorar seus filhos; não quer consolação, porque já não existem!"
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
O MARTÍRIO DOS INOCENTES
A presença de Jesus na história humana despertou a fúria de quem estava firmemente alicerçado num esquema de pecado, posto em xeque pela salvação oferecida à humanidade. A pregação de Jesus desmascarava a injustiça, punha a nu a perversidade dos opressores, revelava a fragilidade de sistemas fundados na opressão e na violência.
A matança dos inocentes de Belém foi uma espécie de antecipação do futuro de Jesus e de seus discípulos. Um frágil recém-nascido foi suficiente para abalar a segurança do prepotente e violento Herodes. Sua decisão de eliminar as crianças da região onde nascera o Messias Jesus visava eliminar no seu nascedouro, tudo o que pudesse pôr em risco a segurança de seu reino. No coração do rei sangüinário não havia lugar para o amor.
Herodes, em última análise, ousou desafiar o próprio Deus, de quem Jesus era Filho e recebera uma missão. Levantar-se contra o Messias correspondia a rebelar-se contra quem o enviou. Mas Deus não se deixou vencer por Herodes: salvou seu Filho pela ação previdente de José, que se pôs em fuga para o Egito, com o menino e sua mãe.
Na vida de Jesus e de seus discípulos, a perseguição e a morte, por causa do Reino, seriam uma constante. Entretanto, como estão a serviço do Reino do Pai, podem contar com a vitória, uma vez que os prepotentes jamais prevalecerão.
Oração
Senhor Jesus, apesar das perseguições e da morte que deverei defrontar, ponho-me em tuas mãos e me consagro totalmente ao serviço do teu Reino.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês).
Sobre as oferendas
Recebei, ó Deus, nós vos pedimos, as oferendas do vosso povo e purificai os que celebram com piedade os vossos mistérios, pelos quais concedeis a salvação mesmo àqueles que não vos conhecem. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da comunhão: Os meninos de Belém foram resgatados dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro, e o acompanham por toda parte (Ap 14,4).
Depois da comunhão
Ó Deus, concedei vossa copiosa salvação aos que se alimentam à vossa mesa, neste dia em que a Igreja celebra os mártires Inocentes que, não chegando a balbuciar o nome do vosso filho, foram glorificados pela graça do seu nascimento.
Santo do Dia / Comemoração (SANTOS INOCENTES)
Somente a monstruosidade de uma mente assassina, cruel e desumana, poderia conceber o plano executado pelo sanguinário rei Herodes: eliminar todas os meninos nascidos no mesmo período do nascimento de Jesus para evitar que vivesse o rei dos judeus. Pois foi isso que esse tirano arquitetou e fez.
Impossível calcular o número de crianças arrancadas dos braços maternos e depois trucidadas. Todos esses pequeninos se tornaram os "santos inocentes", cultuados e venerados pelo Povo de Deus. Eles tiveram seu sangue derramado em nome de Cristo, sem nem mesmo poderem "confessar" sua crença.
Quem narrou para a história foi o apóstolo Mateus, em seu Evangelho. Os reis magos procuraram Herodes, perguntando onde poderiam encontrar o recém-nascido rei dos judeus para saudá-lo. O rei consultou, então, os sacerdotes e sábios do reino, obtendo a resposta de que ele teria nascido em Belém de Judá, Palestina.
Herodes, fingindo apoiar os magos em sua missão, pediu-lhes que, depois de encontrarem o "tal rei dos judeus", voltassem e lhe dessem notícias confirmando o fato e o local onde poderia ser encontrado, pois "também queria adorá-lo".
Claro que os reis do Oriente não traíram Jesus. Depois de visitá-lo na manjedoura, um anjo os visitou em sonho avisando que o Menino-Deus corria perigo de vida e que deveriam voltar para suas terras por outro caminho. O encontro com o rei Herodes devia ser evitado.
Eles ouviram e obedeceram. Mas o tirano, ao perceber que havia sido enganado, decretou a morte de todos os meninos com menos de dois anos de idade nascidos na região. O decreto foi executado à risca pelos soldados do seu exército.
A festa aos Santos Inocentes acontece desde o século IV. O culto foi confirmado pelo papa Pio V, agora santo, para marcar o cumprimento de uma das mais antigas profecias, revelada pelo profeta Jeremias: a de que "Raquel choraria a morte de seus filhos" quando o Messias chegasse.
Esses pequeninos inocentes de tenra idade, de alma pura, escreveram a primeira página do álbum de ouro dos mártires cristãos e mereceram a glória eterna, segundo a promessa de Jesus. A Igreja preferiu indicar a festa dos Santos Inocentes para o dia 28 de dezembro por ser uma data próxima à Natividade de Jesus, uma vez que tudo aconteceu após a visita dos reis magos. A escolha foi proposital, pois quis que os Santinhos Inocentes alegrassem, com sua presença, a manjedoura do Menino Jesus.
Card. Ouellet: renúncia de Bento XVI foi o grande evento deste ano, abrindo grandes possibilidades
Cidade do Vaticano (RV) - O ano que se está concluindo pode realmente definir-se extraordinário para a vida da Igreja. A renúncia ao ministério petrino por parte de Bento XVI e a sucessiva eleição do Papa Francisco são eventos que abriram grandes possibilidades para a Igreja. Foi o que ressaltou o prefeito da Congregação para os Bispos, Cardeal Marc Ouellet, entrevistado pela Rádio Vaticano:
Cardeal Marc Ouellet:- "A renúncia do Papa Bento XVI abriu grandes possibilidades. É por isso que considero que o verdadeiro grande evento deste ano que se está concluindo foi a renúncia do Papa, um gesto verdadeiramente novo. Foi a maior novidade na história da Igreja, que testemunhou uma grande humildade e, ao mesmo tempo, uma grande confiança no Espírito Santo para o futuro das coisas. É preciso ser muito reconhecedor ao Papa Bento XVI por ter aberto este horizonte e por ter tornado possível esta novidade do Papa Francisco. Creio que haja uma continuidade entre a primeira novidade e todas aquelas que o Papa Francisco tem trazido. Olhando para 2013, considero que estamos num momento de grande viravolta na história da Igreja, que descrevo como pastoral justamente em relação à figura do Papa Francisco."
RV: A reforma está propriamente no viver o Evangelho e no ser cristão?
Cardeal Marc Ouellet:- "Creio que seja a própria vontade do Papa Francisco; esta vontade de estabelecer um contato novo, mais próximo do Povo de Deus. A primeira reforma é esta: ir além de todas as formas, de todos os protocolos para estabelecer um contato imediato. E fazendo isso, oferece também a todos os bispos um modelo de proximidade pastoral, de busca de uma presença pastoral que seja calorosa, que seja misericordiosa, que traga consolação e que dê uma nova esperança. Há uma novidade e uma promessa na atitude e nos gestos do Papa Francisco. Mas acrescentaria também: aquilo que me parece muito importante em 2013 é a percepção do Papa Francisco na opinião pública mundial. Esse é um evento extraordinário de evangelização."
RV: Nesse sentido, vale lembrar que Francisco foi recentemente eleito personagem do ano pela revista estadunidense "Time"...
Cardeal Marc Ouellet:- "Exatamente. É o sinal dessa influência, dessa necessidade de esperança que há na humanidade e que encontrou na figura do Papa Francisco o seu ponto de referência. É uma grande "novidade", é uma boa nova! Creio que todos nós devemos alegrar-nos com isso."
RV: Desde o início de seu Pontificado criou-se um verdadeiro laço com os fiéis, um laço de amor, podemos dizer também de um interesse. Há esse mesmo interesse dentro da Igreja, no seio da Cúria? Como são percebidas essa sua mensagem e essa sua atitude surpreendente?
Cardeal Marc Ouellet:- "Creio que haja uma grande alegria em constatar a popularidade do Papa. É uma boa popularidade, que não é simplesmente baseada em coisas superficiais. Certamente isso nos interpela e nos obriga também a mudanças de comportamento. O Santo Padre quer a reforma de uma certa mentalidade clerical com ambições eclesiásticas ou ambições mundanas. Combate esse carreirismo! Creio que isso faça muito bem à Igreja, em todos os níveis, começando pela Cúria Romana. Estamos verdadeiramente num momento de graça e espero que o Espírito Santo lhe dê a saúde e a colaboração de que precisa para levar adiante a reforma da Igreja e a nova evangelização."
RV: Este ano de 2013 foi para o senhor caracterizado, portanto, pela passagem do Pontificado de Bento XVI. O senhor é um dos mais estreitos colaboradores do Papa Francisco. Como viveu essa passagem? Como está vivendo essas mudanças, mesmo havendo uma certa continuidade?
Cardeal Marc Ouellet:- "A simplicidade do Papa Francisco e o fato de conhecer Bergoglio já de antes – éramos amigos – torna a nossa colaboração extraordinariamente simples e se dá em plena harmonia. Para mim é uma grande alegria colaborar com ele, ajudando-o ao máximo. A humanidade precisa de uma figura paterna, uma figura próxima; uma figura que seja – ao mesmo tempo – referência moral segura, mas também calorosa e que desperte a esperança!" (RL)
LOTOFACIL : CONCURSO 999
LOCAL: JURUÁIA/MG
DIA: SEXTA-27/12/2.013- 20:00 hs
01-02-05-06-07
08-10-12-13-14
15-16-18-21-24
15 acertos 13 137.174,65
14 acertos 3.312 236,67
13 acertos 23.248 12,50
12 acertos 278.379 5,00
11 acertos 1.533.006 2,50
[Ganhadores por estado]
UF Nº de Ganhadores
AM 1
MANAUS 1
BA 2
RUY BARBOSA 1
VALENÇA 1
CE 1
FORTALEZA 1
DF 1
BRASÍLIA 1
GO 2
GOIÂNIA 1
IPAMERI 1
MG 2
GUARANÉSIA 1
JURAMENTO 1
PB 1
CAMPINA GRANDE 1
PE 1
RECIFE 1
PR 1
CIANORTE 1
SP 1
SÃO PAULO 1
DUPLA SENA- CONCURSO 1.241
LOCAL: JURUÁIA/MG
DIA: -SEXTA-27/12/2.013- 20:00hs
1º SORTEIO -11-24-25-27-38-47
Valor Acumulado para a faixa Sena 1º Sorteio:
R$ 5.129.554,88
Sena 0 0,00
Quina 54 3.553,39
Quadra 3838 47,61
2º SORTEIO -06-09-16-17-18-36
Sena 0 0,00
Quina 53 3.620,43
Quadra 3347 54,59
QUINA : CONCURSO 3.376
LOCAL: JURUÁIA/MG-
DIA: SEXTA-27/12/2.013- 20:00 hs
04-38-56-79-80
Quina 1 1.646.480,86
Quadra 108 4.328,55
Terno 6.658 100,30
Ganhadores por estado
UF Nº de Ganhadores
SP 1
MAIRIPORÃ 1